Publicações

A INVENÇÃO COMO JORNADA

2026

Mais do que revisitar o passado, A invenção como jornada é um convite à reflexão sobre a vida, a criação e os caminhos que se constroem ao longo do tempo.Escrito integralmente por Luiz Dolino, o livro revela uma dimensão mais íntima de seu pensamento. Não se trata propriamente de memórias, mas de um olhar sobre a existência a partir do presente, em que experiências, inquietações e descobertas se encontram.A publicação é enriquecida por textos de apresentação de Nélida Piñon e Maria Julieta Drummond de Andrade, duas vozes da literatura brasileira que dialogam com a trajetória do artista.Uma oportunidade de conhecer, para além da obra, o pensamento de quem fez da invenção uma jornada.

Inventário Parcial

2025

Publicado em 2025, Inventário Parcial reúne um panorama da trajetória artística de Luiz Dolino, estabelecendo um diálogo entre obras históricas e sua produção contemporânea. A publicação acompanha a exposição realizada no Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói, celebrando décadas de pesquisa sobre cor, geometria e composição.

Com reproduções de obras e contribuições de críticos e intelectuais, o livro constitui um importante registro da produção artística de Dolino e das relações que marcaram sua trajetória.

Agora e Antes

2019

Em Agora e Antes, Luiz Dolino estabelece um diálogo entre sua produção contemporânea e as obras do início de sua trajetória. Ao aproximar diferentes períodos, a publicação revela as transformações da cor, da forma e da linguagem, sem perder de vista os princípios que atravessam sua pesquisa artística: a geometria, o equilíbrio e o rigor da composição.A própria organização visual do livro reforça esse encontro entre passado e presente, permitindo reconhecer continuidades e descobertas ao longo de cinco décadas de criação.

Associada à exposição homônima, a publicação reúne obras e reflexões críticas sobre a trajetória do artista.

A Fantasia Exata

 Ipsis Gráfica e Editora | 2013

Em A Fantasia Exata, Luiz Dolino revela o diálogo entre o rigor construtivo e a liberdade da imaginação. A precisão das linhas, das formas geométricas e das relações espaciais encontra sua expressão na sensibilidade cromática do artista, em composições que conciliam ordem, equilíbrio e invenção.Publicada em edição bilíngue, português e inglês, pela Ipsis Gráfica e Editora, a obra reúne reproduções de pinturas e textos críticos que situam sua produção no contexto da abstração geométrica brasileira.

O livro constitui um registro significativo de sua pesquisa artística e de sua presença no circuito internacional de arte.

Rabin Ajaw | a filha do rei

 Editora Aeroplano | 2012

Em Rabin Ajaw, Luiz Dolino explora a riqueza visual e simbólica da cultura maia da Guatemala, estabelecendo um diálogo entre tradição, identidade e linguagem geométrica. Os padrões dos tecidos, as cores das indumentárias cerimoniais e os elementos da cultura material revelam um universo de formas e composições que encontra ressonância em sua própria pesquisa artística.Publicado pela Editora Aeroplano em 2012, o livro reúne fotografias documentais e registros de vestimentas, adornos e objetos tradicionais, valorizando a memória e a continuidade cultural dos povos maias.

A publicação evidencia também o olhar de Dolino como pesquisador e criador de projetos editoriais, aproximando arte, antropologia e design.

O Teatro & Eu | Memórias

Sérgio Britto | Editora Tinta Negra | 2010
Prólogo de Luiz Dolino

Livro de memórias de Sérgio Britto, um dos grandes nomes do teatro brasileiro, com prólogo escrito por Luiz Dolino.A publicação reúne lembranças e reflexões sobre a trajetória artística e pessoal do ator e diretor, constituindo um importante testemunho da história do teatro no Brasil.

A participação de Dolino na obra registra sua ligação com Sérgio Britto e seu diálogo com outras expressões da cultura brasileira.

Mágico Aprendiz

 2009

Em Mágico Aprendiz, Luiz Dolino revisita sua produção pictórica entre 2000 e 2008, revelando um período de intensa investigação cromática e aprofundamento de sua linguagem geométrica. As pinturas reunidas na publicação expressam o equilíbrio entre o rigor construtivo e a liberdade criativa, numa pesquisa em permanente transformação.Associado ao circuito de exposições realizado no Rio Grande do Norte, com destaque para a mostra na Capitânia das Artes, em Natal, o livro registra um momento significativo da trajetória do artista.

Seu título evoca a atitude de quem, mesmo após décadas de criação, continua a descobrir na cor e na geometria infinitas possibilidades de expressão.

O Tempo Sob Medida

2008

Livro da exposição O Tempo Sob Medida, idealizada e organizada por Luiz Dolino em comemoração aos 200 anos do Banco do Brasil.

Apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, e na Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa, a mostra reuniu cerca de 200 peças raras de relojoaria dos séculos XVII ao XIX, pertencentes ao acervo da instituição portuguesa.

A exposição estabeleceu um diálogo entre a tradição da relojoaria europeia e uma concepção expográfica contemporânea, explorando a arte, a engenhosidade humana e as diferentes formas de medir o tempo.

O livro-catálogo, publicado em edição institucional comemorativa, documenta o projeto e o olhar curatorial de Luiz Dolino.

Relatório Anual do Banco do Brasil | A Arte nas Finanças

 2007

Em A Arte nas Finanças, Luiz Dolino revisita um projeto editorial realizado na década de 1970, no qual a arte brasileira encontrou um espaço surpreendente: as publicações financeiras. Gravuras de Alfredo Volpi, Iberê Camargo e Manabu Mabe foram incorporadas a documentos corporativos, aproximando a linguagem artística de um universo tradicionalmente técnico e administrativo.A publicação acompanha o resgate desse trabalho, apresentado na exposição itinerante A Arte nas Finanças, com passagem pelo Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

Reunindo reproduções das gravuras e registros do processo de criação, o livro revela uma dimensão singular da trajetória de Dolino como artista e designer editorial.

Allegro Affettuoso

 2000

Em uma narrativa intimista e afetiva, Luiz Dolino revisita suas origens, sua formação artística e os encontros que marcaram sua trajetória. Entre lembranças, histórias e reflexões, o artista revela experiências pessoais que atravessam sua vida e sua criação.

Com apresentação de Neide Archanjo, o livro reúne memórias e registros visuais em um diálogo entre literatura e artes plásticas. Dedicado à neta Maria Luiza, nascida em Havana em 1999, Allegro Affettuoso é também um testemunho dos laços familiares, do afeto e da memória.

THE BRAZILIAN ART BOOK (volume I)

 G&A Editorial | 1998

Concebido como uma publicação dedicada à documentação e à divulgação da arte brasileira, Brazilian Art Book reúne artistas de diferentes linguagens e trajetórias, oferecendo um panorama da produção artística nacional.A presença de Luiz Dolino nessa edição integra sua pesquisa em abstração geométrica a um conjunto mais amplo de manifestações da arte brasileira.

A publicação constitui um registro de sua participação no cenário artístico do período e da circulação de sua obra para além dos espaços expositivos.

Acervo Palácio dos Bandeirantes

Serasa | São Paulo | 1998

Publicação comemorativa dedicada ao acervo artístico do Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo.

O livro apresenta e reproduz Loco por ti (1996), pintura de grandes dimensões de Luiz Dolino, pertencente ao acervo do Palácio e incorporada por doação da Serasa.

A publicação documenta a presença do artista em uma importante coleção institucional brasileira.

Dolino — Obras recentes 1992–1996

 1997

A publicação reúne obras de Luiz Dolino realizadas entre 1992 e 1996, apresentando um recorte de sua produção artística nesse período.

Com textos do próprio artista, o livro aproxima o leitor de seu pensamento e de seu processo criativo, estabelecendo um diálogo entre a palavra e a linguagem visual de sua pintura.

Tudo é sempre agora

Editora Maltese | 1994

Em Tudo É Sempre Agora, da poeta Neide Archanjo, Luiz Dolino assina a capa e o projeto visual da publicação, editada pela Maltese. Sua linguagem geométrica estabelece um diálogo entre o rigor da composição e a sensibilidade dos versos, aproximando artes visuais e literatura.A poesia de Neide Archanjo percorre temas como o tempo, a natureza, o corpo e os mistérios da existência.

Nesse encontro de linguagens, a precisão formal do trabalho de Dolino oferece uma expressão visual ao universo poético da autora, revelando mais uma faceta de sua atuação no campo editorial.

DOLINO: a emoção construída

Editora Salamandra | 1990

Publicado pela Editora Salamandra, no Rio de Janeiro, o livro reúne uma seleção de pinturas de Luiz Dolino, documentando um período fundamental de sua trajetória artística. Ao longo de 104 páginas, as reproduções coloridas revelam o amadurecimento de sua linguagem visual e a crescente presença da geometria em suas composições.A publicação acompanha a consolidação de sua pesquisa abstrata, marcada pelas experiências internacionais e pela exploração das relações entre cor, forma e equilíbrio.

Constitui um registro significativo da evolução de sua pintura e de um momento de afirmação de sua identidade artística.

A Lição do Amigo

Editora Record | 1989

Em A Lição do Amigo, Carlos Drummond de Andrade reúne e comenta a correspondência recebida de Mário de Andrade, revelando duas décadas de diálogo intelectual, amizade e reflexões sobre literatura e arte. Luiz Dolino assina a capa e o projeto gráfico de uma edição publicada pela Editora Record, aproximando sua linguagem geométrica do universo literário de dois grandes nomes do modernismo brasileiro.A participação de Dolino nessa publicação ultrapassa o trabalho editorial: expressa também os vínculos afetivos e artísticos que o aproximavam de Drummond.

Anos mais tarde, A Lição do Amigo daria nome a uma exposição retrospectiva do artista, estabelecendo uma ligação entre pintura, literatura e memória.

Dolino — Perfis

1985

Publicado por ocasião da exposição na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro, o catálogo reúne vinte obras de Luiz Dolino realizadas entre 1977 e 1984, acompanhadas de textos de Maria Julieta Drummond de Andrade e Frederico Morais.

A publicação apresenta um período de consolidação de sua linguagem geométrica, revelando o rigor da composição e a força expressiva da cor. Os textos oferecem dois olhares complementares sobre o artista, sua trajetória e sua pintura.

Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos | MEC

Instituto Nacional do Livro (INL) | 1974

Organizado por Carlos Cavalcanti e publicado pelo Instituto Nacional do Livro, vinculado ao Ministério da Educação e Cultura, o Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos constitui uma importante obra de referência sobre a produção artística nacional. Seus quatro volumes reúnem informações biográficas e documentais sobre artistas de diferentes gerações e linguagens.

A inclusão de Luiz Dolino nessa publicação registra sua presença no cenário das artes plásticas brasileiras durante o período de afirmação de sua trajetória. O verbete integra sua produção a um amplo panorama histórico, constituindo uma referência para pesquisadores, colecionadores e estudiosos da arte brasileira.

Queima sangue de Narda

Água Escondida | 1973

Em Queima-Sangue de Narda, da escritora Marly Medalha, Luiz Dolino assina a capa e o projeto gráfico, estabelecendo um diálogo entre sua linguagem abstrata e a expressão poética da autora. A publicação representa uma das experiências editoriais de sua trajetória inicial, revelando seu interesse pela relação entre palavra, imagem e composição.Publicado em 1973, sob o selo Água Escondida, o livro apresenta uma estrutura singular, com folhas soltas e uma diagramação aberta e minimalista.

A concepção visual de Dolino transforma a leitura em uma experiência também plástica, aproximando poesia e artes visuais.